Cultura no Ponto

Manhã deste domingo tem o espetáculo Chá das Princesas no Bosque Encena Virtual

Manhã deste domingo tem o espetáculo Chá das Princesas no Bosque Encena Virtual

O Bosque Encena Virtual traz a companhia Fábrica das Maravilhas para apresentar o espetáculo Chá das Princesas.

O enredo se passa depois do felizes para sempre, em que as princesas vivem alegremente em seus castelos. O príncipe e os anões da Branca de Neve viajam para uma mina muito distante e a princesa decide então reunir suas melhores amiga - Bela, Aurora e Cinderela - para um chá real. A madrasta da Branca de Neve descobre esse encontro e planeja acabar de vez com o"felizes para sempre" das princesas. Será que ela irá conseguir vencer dessa vez?

Você confere o espetáculo neste domingo (31), às 10h, nos canais no Instagram, Facebook e YouTube do Bosque Encena.

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Festival Bólide 1050 começa amanhã com palestras de artistas nacionais    

Festival Bólide 1050  começa amanhã com palestras de artistas nacionais    

O evento on-line visa discutir e ampliar o conhecimento sobre a arte contemporânea no estado do RN

Qual é o estado da arte hoje? Quais questões estão sendo trabalhadas pelos artistas e legitimadas pelas instituições de arte? Que panoramas para o futuro estão sendo imaginados? O Festival Bólide começa dia 30 de janeiro e segue até 6 de fevereiro com o intuito de apresentar questões que orientam as diferentes práticas em torno da arte contemporânea.  

Palestras e oficinas com artistas locais e nacionais, além de uma exposição virtual com resultados das oficinas, fazem parte da programação do festival que vai acontecer de maneira remota através das plataformas digitais do Youtube Bólide1050 e Zoom.

“A programação do festival é um convite para que estudantes, artistas, professores e a comunidade de forma geral se aproximem da arte contemporânea e ampliem conhecimento sobre as diferentes práticas possíveis nesse campo”, informam as coordenadoras do evento Sofia Bauchwitz e Sanzia Pinheiro.

Programação 

A palestra de abertura acontece sábado, dia 30 de janeiro, às 19h, com o tema “Percorrer/permanecer/emancipar. O que é que há?! Aquelas vidas, novas estratégias,  outras narrativas” e traz uma reflexão sobre estratégias entre a vida, o biográfico e a arte. O momento contará com a participação de Bitu Cassundé, curador e pesquisador cearense com ampla atuação no cenário nacional. Ele já dirigiu o Museu de Arte Contemporânea do Ceará e coordenou o Laboratório de Artes Visuais do Porto Iracema das Artes, em Fortaleza/CE. 

“Acreditamos que será um momento muito marcante para artistas no começo de carreira, para aqueles também que já atuam nesse mundo, mas que precisam, como todos, estar em contato constante com posicionamentos atuais e críticos.”, informa Sofia  Bauchwitz, uma das organizadoras do Festival. 

Durante a semana serão oferecidas cinco oficinas, que já estão com as inscrições encerradas, ministradas por artistas emergentes e consolidados no panorama nacional e internacional como: Sheyla Ayo, Mariana do Vale, Vitorino Brasileiro, Jota Mombaça e Fábio Tremonte. Os encontros estão pensados para estimular a criação de obras e os resultados desses processos ficarão expostos na galeria virtual do Bólide1050, no Instagram.

No encerramento, dia 6 de fevereiro, às 19h, o festival terá a palestra de Maíra Endo, mediadora cultural paulistana e idealizadora do Cortex - Estudos sobre a Autorganização e do Hipocampo.art, um espaço de arte independente, multidisciplinar e digital, criado em 2016. O tema será “Futuros ainda possíveis”, uma apresentação da trajetória de 17 anos dela na cena de arte independente (ou auto-organizada), assim como sua percepção da emergência de um circuito ao longo desse período, além da projeção da visão de um futuro ainda possível a partir da auto-organização e da experiência com seus projetos atuais. 

As palestras serão transmitidas pelo canal do Youtube do Bólide 1050 e serão abertas ao público.

Sobre o Festival 

Todas as atividades serão ministradas por artistas, acadêmicos e profissionais envolvidos em diversos campos da arte contemporânea, como forma de ampliar a noção que se tem do mundo da arte. O Festival Bólide 1050 pretende apresentar questões que orientam as diferentes práticas em torno desse mundo. 

A formação de jovens criadores e de público é um dos pilares do Bólide 1050, projeto de Sanzia Pinheiro com colaboração de Sofia Bauchwitz iniciado em 2017 com a missão de ampliar o conhecimento artístico no Rio Grande do Norte e fortalecer o contato entre a produção local e a produção de fora do estado. 

Temporada de Festivais do RN 

O Festival Bólide 1050 inaugura uma intensa programação de festivais de artes visuais on-lines e por isso surgiu o selo Temporada de Festivais do RN idealizado entre o Bólide 1050, Duas Estúdio de Fotografia e Margem Hub de Fotografia. 

O objetivo do selo é organizar os festivais de arte contemporânea contemplados com recursos da Lei Aldir Blanc RN de maneira cronológica e, assim, potencializar o alcance dos eventos no estado.

Alinhando os diferentes projetos a um selo, é possível apoiar as iniciativas de cada espaço, fortalecer as parcerias entre espaços e agentes culturais e garantir ao variado público do Rio Grande do Norte uma programação diversificada e especializada a cada semana, sem risco de sobrecarregar a agenda e criar grandes incompatibilidades de horário.

Festival Bólide 1050

30 de janeiro a 6 de fevereiro
Transmissão - Youtube Bólide1050 e Zoom

 

O Fantástico Mundo dos Contos está no Bosque Encena

Fotos: Tiago Lima

O Fantástico Mundo dos Contos está no Bosque Encena

O texto de "O Fantástico Mundo dos Contos" é uma adaptação da peça teatral “Fantástico Reino de Feliz Conto”, de Victor Ferreira, com direção assinada por Clara Menezes. No elenco estão as atrizes Camilla Natasha, Clara Menezes e Thalita Vaz. 


O espetáculo tem como tema central, o incentivo à leitura e conta a história das primas Ceci e Tatá, crianças cujos pais viajaram e deixaram-nas na casa da avó, Dona Júlia. Contrariadas com a ordem de dormir cedo, as primas poderiam ter uma noite igual a qualquer outra, porém elas acabam sendo surpreendidas pela chegada da Fada Sol, que as convida para uma viagem pelo fantástico mundo dos contos através da imaginação e de muitos livros. Antes de partir, entretanto, precisam firmar um trato, cuja condição é voltar para casa antes que o primeiro raio de sol se ponha no céu. As meninas não hesitam, aceitam a proposta e embarcam no mundo dos livros que têm bruxas, princesas e príncipes, reis e rainhas, animais falantes e figuras irreverentes, todos essenciais à construção do imaginário infantil e trazendo grandes lições. Ao final do último conto, as meninas percebem que o sol já se prepara para nascer. A fim de cumprir o trato que fizeram com a Fada Sol, elas voltam à realidade. A inocência das cenas esconde metáforas que procuram trabalhar valores como honestidade, humildade e perseverança, todas embaladas por boas pitadas de humor.


O projeto Bosque Encena acontece graças à renúncia fiscal da Prefeitura do Natal, através da Lei Djalma Maranhão, e do aporte financeiro do CEI Romualdo Galvão, UNIMED Natal e Espacial Autopeças, além do apoio do Governo do Estado através do IDEMA e da Padaria Hora do Pão. 

Espetáculo "O Fantástico Mundo dos Contos"
Cia Flor do Sol
Plataformas: Instagram (@bosqueencena) | Facebook (Bosque Encena) |  YouTube (Bosque Encena)
Publicação: 24 de janeiro (domingo), às 10h.
 

Sanfoneira Carol Benigno se apresenta nas plataformas digitais do Som da Mata

Fotos: Tiago Lima

Sanfoneira Carol Benigno se apresenta nas plataformas digitais do Som da Mata

Quem sobe ao palco da versão digital do Som da Mata deste domingo (24), às 16h30, é a sanfoneira potiguar Carol Benigno. Ela já tocou com o Quinteto Violado, Bando das Brenhas, Yrahn Barreto, Chico César, Fuxico de Feira, dentre outros. Aos 21 anos, celebra sua construção artística, que acumula influências diversas, desde os grandes mestres do forró tradicional à MPB, tango e outros gêneros.

Para esta apresentação, Carol Benigno convidou Pedro Freire (zabumba) e Nívea Maria (triângulo). O show é uma adaptação do seu recital de conclusão de curso na Licenciatura em Música da UFPB em que reuniu algumas de suas influências musicais, com vivências dentro e fora do curso. A apresentação é um passeio pelo universo sanfonístico, com toda a sua pluralidade estética e identitária.

O projeto Som da Mata acontece graças à renúncia fiscal da Prefeitura do Natal, através da Lei Djalma Maranhão, e do aporte financeiro da Unimed Natal, Arena das Dunas e Uniodonto RN, além do apoio do Governo do Estado, através do Idema e da Padaria Hora do Pão.

Show de Carol Benigno
Plataformas: Instagram (@somdamata) | Facebook (Som da Mata) | YouTube (Som da Mata)
Publicação: 24 de janeiro (domingo), às 16h30

Músicos potiguares lançam web rádio e web tv dia 25 de janeiro

Fotos: Vitória Ventura

Músicos potiguares lançam web rádio e web tv dia 25 de janeiro

O Sistema Mundo Rádio e TV foi idealizado por Cleudo Freire, Andiara Freitas e Rildo Lima em junho de 2020 e será lançado oficialmente na próxima segunda-feira, dia 25, com uma live pelo Instagram das 12h às 14h.

Na live, eles baterão um papo com parceiros e apresentadores, um time formado por especialistas das áreas de economia, saúde e pet.

O objetivo é criar uma rede, numa missão ousada de romper as barreiras do espaço e da língua, com uma programação focada na boa música e informação.

Confira alguns programas e equipe:
- Cuide da Tua Vida: Flávia Roffé
- Do Outro Mundo: Cleudo Freire
- Mundo Estúdio: Andiara Freitas
- Nosso Mundo Pet: Luciana Silva e Iva Câmara
- Taca Fogo no Mundo: Leônidas Marrocos e Rildo Lima
- Tudo no Mundo: Heraldo Palmeira

O Sistema Mundo Rádio e TV tem o apoio da Lei Aldir Blanc, Fundação José Augusto, Governo do RN, Ministério da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

SERVIÇO
Lançamento do Sistema Mundo de Comunicação
Quando: Segunda-feira, 25 de janeiro de 2021, das 12h às 14h
Onde: www.instagram.com/mundoradioetv
Informações: (84) 99631-0035

Cine Verão divulga filmes selecionados para a edição virtual

O Cine Verão – Festival de Cinema da Cidade do Sol realizará a sua quarta edição nos dias 20, 21 e 22 de janeiro, com programação totalmente gratuita composta por mostras de filmes e debates. Após três edições presenciais de sucesso, com 57 filmes exibidos, este ano o Festival acontecerá no formato on-line devido à pandemia da COVID-19. Com realização da Pinote Produções, o projeto segue com o objetivo de ampliar as plataformas de difusão do cinema independente com foco na produção potiguar e brasileira.

O Festival teve mais de 350 filmes inscritos nas duas mostras: a Mostra Cine Verão Poti exibirá obras de realizadores potiguares e rodados no estado do RN, e a Mostra Cine Verão Brasil exibirá obras realizadas por brasileiros de diversas regiões do país. Após a análise criteriosa da curadoria – composta por Marana Torrezani, Rafaela Bernardazzi e Raildon Lucena na Mostra Cine Verão Poti, e Arlindo Bezerra, Carito Cavalcanti e Heloísa Sousa na Mostra Cine Verão Brasil – foram selecionados 10 curtas potiguares e 30 curtas nacionais.

Ter tantos filmes inscritos é uma prova de que o movimento audiovisual continua atuante, e que a cultura segue resistindo apesar dos obstáculos. Heloísa Sousa considera os Festivais de cinema movimentos de resistência necessários: “Tenho percebido a curadoria de festivais como um exercício do olhar sobre as obras artísticas promovendo descentralizações e subversões das estéticas e éticas comuns. É também nesse sentido que se desdobra a seleção dos curtas-metragens que integram a programação da mostra nacional desta edição do Cine Verão, entre propostas documentais e de ficção advindas de diferentes cidades do Brasil, que com muita qualidade técnica e através de explorações consistentes na linguagem do audiovisual propõe outros protagonismos para as obras. Diante de um cenário tão devastador para o país, seja pela situação da pandemia, agravada pelas políticas de genocídio e de desmonte vividos, ter a oportunidade de apreciar e dialogar com tantas obras do cinema brasileiro e observar esse movimento de resistência e nossa capacidade de elaboração de múltiplas poesias é o que torna os festivais encontros tão necessários”.

Raildon Lucena ressaltou a satisfação de participar mais uma vez do Festival: “Uma grande satisfação participar mais uma vez do Cine Verão, dessa vez na curadoria do Festival, que teve grandes produções inscritas esse ano. A seleção final é um panorama do que vem sendo produzido em nosso estado e mostra a evolução do audiovisual potiguar. O Cine Verão é um Festival que vem crescendo e se consolidando a cada edição, promovendo o audiovisual do RN e do Brasil.” Marana Torrezani destacou a quantidade de curtas de ficção: Nos últimos anos houve um certo domínio dos documentários, aliás temos documentaristas maravilhosos aqui no Estado, mas é muito empolgante observar essa produção de ficção na cena potiguar. Sinto que especialmente esse ano, a mostra vai agradar não só o público, mas também a todo mundo que trabalha com audiovisual no estado.”

Na mostra nacional Arlindo Bezerra destacou a qualidade dos filmes selecionados: “Os perfis dos filmes apresentam uma diversidade de narrativas e discursos que mostram um recorte dos múltiplos protagonismos desse país. Acredito que o público irá conferir uma mostra de filmes de excelente qualidade técnica e artística, e preenchidos por afetividades.” E a linguagem poética de Carito Cavalcanti retrata essa diversidade: “As câmeras chegando com os índios em Mato Grosso do Sul na luta pelos seus direitos, sua terra, existência; resistência também no olho do Vidigal – olho do furacão pandêmico onde corre o Rio de janeiro a dezembro refletido-refletindo em sua diversidade e desigualdade; a Paraíba futurista-psicodélica e o Ceará em viagem interior-cosmopolita em suas várias histórias-representatividades humanas contra o preconceito; e o Paraná em charge e verso e reverso; e a Bahia nos dando mais que régua e (des)compasso; alguma coisa acontece no meu coração desvairado na Paulicéia; na cinematografia de tradução-tradição poética em outro Rio Grande, do Sul; nos documentários-ficções-fricções do cinema-curta, do cinema curto e grosso e delicado e poético e visionário e catártico e meta-eufórico! O cinema de guerrilha revelando ilhas-urgentes nesse país-continente.”

O Cine Verão tem realização da Pinote Produções e conta com o patrocínio da Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural, Prefeitura do Natal e Governo Federal.

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