Armadilha: homem que matou policial planejou explodir casa com reféns

24 de Agosto 2025 - 10h36
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As investigações sobre a morte do policial civil Mayson Viana de Freitas, 38 anos, dentro da Delegacia de Laranjal do Jari, revelaram que Lucas de Souza Nonato, autor do crime, também planejava explodir a casa onde manteve uma mulher e uma criança reféns por 17 horas.

A Polícia Civil informou que um artefato explosivo caseiro foi encontrado no local após a rendição do criminoso. Em vídeo, um agente explicou que a bomba estava preparada para ser acionada ao ligar a luz do imóvel.

Lucas assassinou o policial durante uma apresentação na delegacia, na sexta-feira (22), roubou uma moto, invadiu uma casa e fez mãe e filha reféns. O cerco mobilizou a Polícia Civil, Militar e o Grupo Tático Aéreo (GTA) em uma das negociações mais longas já registradas no Amapá.

Durante a madrugada e manhã de sábado (23), o criminoso fez transmissões ao vivo nas redes sociais, dizendo que os reféns estavam bem e exigindo um colete à prova de balas. A criança foi libertada às 10h e a mãe cerca de uma hora depois. Lucas se entregou em seguida.

Foragido de Prainha (PA), onde respondia por estupro de vulnerável e roubo, ele agora também será indiciado por homicídio qualificado, sequestro e posse de artefato explosivo.