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Apesar da imagem de luxo e glamour, membros da família real britânica também podem viajar em voos comerciais. Em viagens oficiais e visitas de Estado, nomes como o rei Charles, a rainha Camilla, o príncipe William e Kate Middleton costumam utilizar aeronaves privadas ou disponibilizadas pelo governo, principalmente por questões de segurança e logística.
Em 2014, William surpreendeu ao viajar de Londres para os Estados Unidos em um voo comercial para participar do casamento do amigo Guy Pelly. Durante a escala, ele teria sido visto em um lounge privativo da Swiss Air comendo nachos de frango desfiado e asas de frango.
Em compromissos pessoais ou cerimônias de menor destaque, integrantes da realeza podem optar por voos comerciais. Já viagens oficiais têm os custos divulgados nos relatórios financeiros da família real e são cobertos pela Subvenção Soberana.
No ano fiscal de 2025-2026, William realizou a viagem real mais cara já registrada, segundo a revista People. A viagem à Arábia Saudita, em fevereiro de 2026, custou cerca de 130 mil euros. Em contrapartida, uma viagem de Charles e Camilla ao Canadá, em maio de 2025, não gerou custos para a Subvenção Soberana.
Outro protocolo envolve os herdeiros do trono. Tradicionalmente, membros da linha de sucessão são aconselhados a não viajar juntos após determinada idade, para reduzir riscos à continuidade da monarquia.
O ex-piloto de Charles, Graham Laurie, contou que William, Harry, Charles e Diana só viajavam juntos com autorização da rainha Elizabeth II depois que William completou 12 anos.
A regra, porém, não é absoluta. Atualmente, as decisões sobre as viagens da família real são tomadas de acordo com cada situação.
