Créditos: Arte/Metrópoles
Descrito como um dos principais líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC), Rodrigo Felício, o "Tiquinho de Limeira", comanda atividades criminosas há 12 anos de dentro da Penitenciária de Segurança Máxima de Presidente Venceslau, interior de São Paulo. Mesmo condenado a mais de 52 anos por tráfico, porte ilegal de arma e resistência, Tiquinho segue influente por meio de "salves" manuscritos, entregues por sua esposa, Maria Fernanda Antunes Martins, a "Gordinha".
Gordinha, hoje presa, atuava como ponte entre ele e os comparsas, transmitindo ordens via WhatsApp. Investigação da Promotoria identificou movimentações milionárias feitas pela quadrilha, incluindo quase R$ 1 milhão em uma conta bancária e US$ 100 mil em espécie. As drogas eram referidas em códigos como “Bob” (maconha) e “peixe” (cocaína).
Tiquinho contava ainda com o apoio de Alex Claudino, o “Frango”, braço direito e responsável pela logística do tráfico, hoje foragido. Juntos, estruturaram um “consórcio do crime” entre traficantes da região de Limeira para adquirir e revender drogas em maior escala e com menores custos.
Além disso, a polícia apurou que Edson “Bozão” Calixto tentou vender seis biqueiras por R$ 2 milhões para deixar a região e fugir das investigações.
As ordens do líder eram detalhadas em cartas apreendidas durante visitas conjugais. As mensagens orientavam ações dos comparsas, inclusive sobre cobranças e contabilidade do tráfico, sob comando de Willian Srour, o “Gordo”, também preso.
Com exceção de Frango, todos os envolvidos citados estão presos. As defesas não foram localizadas. O espaço segue aberto para manifestação.

![[VÍDEO] Lula mostra o dedo do meio durante evento do governo](/storage/2026/07/01KWMQ0BNZ1Q5DDFZJKK02G9CB.jpg)
