Créditos: Antonio Augusto/Secom/TSE
O relator da CPI do Crime Organizado no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), afirmou haver “fundadas suspeitas” de que o contrato de R$ 129 milhões entre o Banco Master e o escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, seja resultado de lavagem de dinheiro do crime organizado.
Com base nisso, o senador pediu a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da advogada, além de sua convocação à CPI. Vieira também solicitou a retirada de sigilo de outros escritórios e do instituto jurídico ligados à família, citando indícios de valores incompatíveis com o mercado e possível uso de empresas para ocultar recursos ilícitos.
Os requerimentos ainda dependem de aprovação da maioria da comissão. Desde a revelação do contrato, nem Viviane Barci nem o ministro Alexandre de Moraes se manifestaram sobre os valores pagos ou os serviços prestados.

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