Durante a Reunião de Diretoria da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN) e Diretor 1º Secretário da CNI, Amaro Sales de Araújo, relatou sobre visita à Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON), ligada à Marinha do Brasil. O encontro da CNI aconteceu, na manhã desta sexta-feira (5), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), na capital carioca.

Na visita à Emgepron, Amaro Sales encontrou o diretor-presidente da empresa, vice-almirante Edésio Teixeira Lima Júnior, com quem debateu sobre o potencial offshore do Rio Grande do Norte e a criação do cluster naval no estado, em parceria com a empresa. A visita aconteceu na quinta-feira (4), na sede da Emgepron, também no Rio de Janeiro, com a participação do diretor regional do SENAI-RN, Rodrigo Mello, do presidente do Sindipesca, Gabriel Calzavara, e do superintendente do SESI-RN, Juliano Martins.

“Tivemos essa visita para reafirmar o compromisso da Emgepron de instalar um cluster naval no Rio Grande do Norte. Estamos trabalhando para que esse cluster fique na região pois é um importante local para falar sobre a Economia do Mar, sobre a importante Economia Azul e sobre os potenciais que existem no Nordeste”, afirmou Amaro na reunião.

“É um local importante para unir debates sobre energia, petróleo e gás, estaleiros navais e um tema que domina o Brasil hoje, que é o hidrogênio verde. Brevemente devemos acertar a instalação desse cluster no nosso estado”, completou o Diretor 1º secretário da CNI.

Um acordo de cooperação técnica para criação do Cluster Naval Tecnológico do RN foi assinado pela FIERN, por meio do SENAI-RN, e a Emgepron, em maio, durante a Semana da Indústria do RN.

Os Clusters são associações de empresas, instituições e governos em busca de soluções para potencializar atividades econômicas ligadas ao mar, como a própria energia, a pesca oceânica e outras indústrias.

Durante a reunião, também foram abordados temas como as principais ações da Confederação no mês de julho, o posicionamento da Indústria nos temas em discussão, a disseminação de resultados das ações da Indústria relacionadas à estratégia de baixo carbono, os resultados do relatório sobre financiamento climático e o apoio à indústria nacional para participação das discussões da COP 27.