Créditos: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) assinou um pedido de impeachment do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, protocolado no Senado em janeiro e encabeçado por Magno Malta, Eduardo Girão e Damares Alves.
Apesar disso, aliados avaliam que o afastamento de um ministro agora não teria timing ideal, pois abriria vaga para indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Flávio, que vinha sendo pressionado nas redes sobre o caso Banco Master, permanece em silêncio público sobre o tema.
Toffoli deixou a relatoria do processo após relatório da Polícia Federal citar seu nome em material encontrado no celular de Daniel Vorcaro, dono do banco. O documento foi entregue pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, ao presidente do STF, Edson Fachin.
Com a saída, André Mendonça, indicado por Bolsonaro, foi sorteado relator. Integrantes da oposição comemoraram a mudança. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, afirmou que a relatoria de Mendonça é oportunidade para condução com “rigor jurídico”, enquanto Cabo Gilberto Silva disse que a oposição seguirá “vigilante”. O deputado Nikolas Ferreira também se manifestou, pedindo força ao ministro.

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