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O decano do STF, Gilmar Mendes, manifestou nesta segunda-feira (22/9) solidariedade ao ministro Alexandre de Moraes e à esposa dele, Viviane Barci, após a aplicação da Lei Magnitsky pelo governo de Donald Trump. A medida inclui Viviane e uma empresa familiar em sanções por supostas violações de direitos humanos.
Em postagem, Mendes classificou a decisão como “injusta punição” e “medida arbitrária”, que atinge séculos de relações entre Brasil e EUA e afronta a soberania nacional e a independência do Judiciário.
Ele lembrou que Moraes foi decisivo para conter atos golpistas após a derrota de Jair Bolsonaro em 2022, que resultaram na invasão de prédios públicos e planos de atentados contra autoridades. Bolsonaro acabou condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe.
O governo americano, por sua vez, acusa Moraes de liderar uma campanha de censura e prisões arbitrárias, incluindo ações contra Bolsonaro, aliado de Trump.
Mendes reforçou apoio ao colega, afirmando que o STF seguirá “firme no compromisso com a Constituição” diante das pressões externas.


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