Grupo de mulheres juristas defende juíza que deu liberdade a piloto

31 de Janeiro 2026 - 14h33
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O Coletivo Candangas manifestou solidariedade à juíza Ana Cláudia Loiola de Morais Mendes após a magistrada ser alvo de ataques nas redes sociais por ter concedido liberdade provisória a Pedro Arthur Turra Basso, acusado de agredir um adolescente de 16 anos que segue internado em estado grave na UTI. Em nota, o grupo afirmou que a decisão foi tomada com base nas informações disponíveis na audiência de custódia e dentro dos limites legais.

Segundo o coletivo, à época não havia laudo médico oficial indicando a gravidade do estado da vítima, apenas o registro policial, além de o Ministério Público ter solicitado somente medidas cautelares. Dias depois, com novos elementos, a Justiça decretou a prisão preventiva de Pedro, que já foi encaminhado à custódia da Polícia Civil do DF.

O caso ganhou repercussão nacional após a divulgação de vídeos da agressão e do histórico de outras ocorrências envolvendo o jovem, incluindo agressões, briga de trânsito e denúncia de coação contra uma adolescente. O Coletivo Candangas repudiou ataques pessoais à magistrada e defendeu que críticas às decisões judiciais ocorram de forma responsável e institucional.