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A mulher que criticou publicamente o piercing íntimo da influenciadora Dani Motta, em uma praia de Florianópolis (SC), teria colocado fim ao casamento após descobrir que o marido era fã e assinante de conteúdos privados da criadora de conteúdo.
A informação foi relatada pela própria Dani Motta em seus stories. Segundo a influenciadora, ela recebeu uma ligação da mulher dias após a confusão. “Eu achei que fosse um pedido de desculpas, mas foi uma ligação cheia de grosserias e provocações”, afirmou.
O episódio ganhou repercussão depois que Dani publicou um vídeo relatando ter sido hostilizada na praia. Na gravação, a mulher a chama de “promíscua” e diz que ela deveria “respeitar homens casados e crianças” por estar usando biquíni e ter um piercing íntimo visível. Dani rebateu afirmando que a praia é um espaço público.
Em nota, a influenciadora repudiou as agressões verbais e o constrangimento sofrido. “É inaceitável que uma mulher seja responsabilizada pelo comportamento de terceiros. O corpo de uma mulher não é objeto de julgamento público”, declarou. Dani também agradeceu o apoio recebido nas redes sociais.
O caso reacendeu debates sobre liberdade individual, julgamento moral e possíveis enquadramentos legais. Especialistas apontam que a exposição acidental e discreta de um piercing íntimo não configura crime, mas situações de hostilização podem ser registradas como injúria ou difamação. Já exposições intencionais e com conotação sexual podem ser analisadas como ato obsceno, a depender do contexto.
A coluna informou que tentou contato com a mulher envolvida na confusão. O espaço segue aberto para manifestação.


