Créditos: Rovena Rosa/Agência Brasil
As investigações sobre o Banco Master avançaram e já resultaram na abertura de sete inquéritos pela Polícia Federal em São Paulo, Rio de Janeiro e Amapá, além de procedimentos no Supremo Tribunal Federal (STF), segundo o Valor Econômico. A tendência é de ampliação das apurações, com nova frente que analisa aportes feitos por fundos de estados e municípios, como os R$ 400 milhões investidos pela Amapá Previdência (Amprev).
No STF, dois inquéritos são centrais: um sobre a emissão de títulos sem lastro repassados ao Banco de Brasília (BRB) e outro que apura cessão de direitos creditórios a fundos ligados ao Master. O relator, ministro Dias Toffoli, avalia manter no Supremo apenas os casos com foro privilegiado.
Há ainda investigação sobre possível contratação de influenciadores para atacar autoridades e instituições envolvidas na liquidação do banco. A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro nega irregularidades.
Na última semana, a PF deflagrou a Operação Zona Cinzenta, focada nos investimentos da Amprev. Outras apurações envolvem quase R$ 1 bilhão aplicado pela Rioprevidência, além de suspeitas de gestão fraudulenta no BRB e no Grupo Fictor.

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