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Um laudo da Polícia Federal concluiu que houve tentativa de violação da tornozeleira eletrônica usada por Jair Bolsonaro e que os danos foram causados por calor concentrado, compatível com ferro de solda.
Os peritos apontaram resíduos metálicos na área afetada e classificaram a execução como “grosseira”, suficiente para acionar o alerta do sistema de monitoramento.
Bolsonaro admitiu à servidora que “meti um ferro quente aí, curiosidade”. O episódio levou à conversão da prisão domiciliar em preventiva.
O ex-presidente cumpre 27 anos e 3 meses de prisão pela condenação no caso da trama golpista.
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