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A comitiva brasileira que viajou até Israel no sábado (6.mar.2021) foi dispensada de fazer quarentena para entrar no país, mas ficará confinada no hotel para seguir os protocolos de segurança para a covid-19.
A missão só poderá sair para visitas específicas, como o encontro do chanceler Ernesto Araújo com o ministro das Relações Exteriores israelense, Gabi Ashkenazi, que ocorreu neste domingo (7.mar), e com o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, agendado para esta 2ª feira (8.mar).
A informação foi publicada pelo site de notícias Ynet, de Israel.
Para entrar no país, estrangeiros são obrigados a fazer isolamento de 14 dias. O objetivo é evitar a entrada de variantes do novo coronavírus. Uma dessas cepas foi descoberta pela 1ª vez em Manaus, no Brasil, e fez com que hospitais não aguentassem a demanda de pacientes. De acordo com cientistas, a mutação é mais contagiosa.
A comitiva brasileira viajou a Israel para negociar a realização da fase 3 de testes de um spray nasal supostamente eficaz contra o coronavírus. O presidente Jair Bolsonaro disse que a droga parece ser “milagrosa”. Os primeiros estudos, no entanto, foram feitos com poucas pessoas, e não foram publicados e revisados artigos confirmando a aplicabilidade do medicamento em pacientes com a doença.
Por conta das restrições, a empresa que fabrica o spray terá que ir até o hotel onde os brasileiros estão hospedados para tratar sobre os testes.
Com informações do Poder 360


