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Tem odor de mofo a “nova” proposta de “reforma sindical”, cujo objetivo é restabelecer o infame imposto sindical obrigatório, que enriqueceu milhares de sindicalistas e fez dos sindicatos uma das mais rentáveis atividades no País. Autor do projeto, Lincoln Portela (PL-MG) quer restabelecer pagamento por “todos os trabalhadores, sindicalizados ou não” de uma tal “cota de custeio”, para bancar o sindicalismo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Pelo projeto, trabalhadores ficariam obrigados a sustentar os sindicatos e o empregador que não fizer o desconto seria processado. Empresa sem abastecer as contas da pelegada com dinheiro tomado dos trabalhadores ficaria proibida até de fazer financiamento bancário.
Fonte: Diário do Poder

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