Créditos: Ton Molina/STF
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) já teve dois recursos negados pelo presidente do STF, Luís Roberto Barroso, que buscavam revogar a prisão domiciliar determinada em 4 de agosto pelo ministro Alexandre de Moraes, no âmbito de investigações por obstrução de Justiça e ataques à soberania nacional.
O primeiro recurso foi um habeas corpus, negado em 15 de agosto. Barroso afirmou que não cabe habeas corpus contra ato de ministro, Turma ou do Plenário. Em seguida, os advogados apresentaram embargos de declaração alegando omissões e contradições, mas também foram rejeitados em 19 de agosto.
A defesa ainda aguarda decisão de Moraes sobre outro pedido, que solicita a revisão das medidas cautelares, após esclarecimentos sobre supostos descumprimentos e indícios de fuga apontados pela PF.
Enquanto isso, se aproxima o julgamento da ação penal que investiga a tentativa de golpe de Estado pelo chamado Núcleo 1. Bolsonaro e outros sete réus são apontados como responsáveis por arquitetar o plano. O julgamento, marcado pelo ministro Cristiano Zanin, começa em 2 de setembro e terá duração prevista de cinco dias.


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