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Bruno Guimarães da Cunha Chagas, preso na última quarta-feira (16), confessou ter matado, esquartejado, cozinhado e triturado no liquidificador partes do corpo de Thiago Lourenço, com quem dividia a casa no Morro de São Carlos, no Rio de Janeiro.
À polícia, Bruno alegou que o crime foi motivado por supostos estupros que teria sofrido da vítima, após ser sedado com lanches oferecidos por Thiago. Os abusos teriam ocorrido há oito meses e se repetido 90 dias antes do assassinato.
O crime aconteceu entre os dias 12 e 13 de julho. De acordo com a investigação, além de cozinhar os restos mortais, Bruno tentou descartá-los jogando parte no vaso sanitário.
O caso segue sob investigação da Delegacia de Homicídios da Capital para apurar todos os detalhes do assassinato.

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