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A 2ª Turma do STF encerrou o inquérito que investigava supostos repasses ilegais da Odebrecht ao deputado Aécio Neves, do PSDB, durante a campanha à Presidência, em 2014. O relator, ministro Gilmar Mendes, afirmou que as investigações se prologaram por mais de quatro anos, sem avançar em elementos de provas.
O entendimento foi seguido pela maioria dos ministros da turma. A defesa de Aécio Neves afirmou que, depois de quatro anos, ficou provado que não houve qualquer ato ilícito praticado pelo cliente.
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