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O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou, por 10 votos a 1, o pedido de liberdade do ex-jogador Robson de Souza, o Robinho. A decisão, em plenário virtual, mantém a prisão do ex-atacante da Seleção Brasileira e do Santos.
O relator, ministro Luiz Fux, foi acompanhado pela maioria dos colegas. Apenas Gilmar Mendes divergiu, votando pela soltura.
Robinho foi condenado pela Justiça italiana a nove anos de prisão por estupro coletivo, ocorrido em 2013, em Milão. Em março de 2024, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) homologou a sentença estrangeira e autorizou o cumprimento da pena no Brasil.
A defesa alegava que a prisão só poderia ocorrer após o trânsito em julgado e que a execução de sentença estrangeira violaria a Constituição. O STF, porém, já havia rejeitado habeas corpus em novembro do ano passado e reafirmou a decisão agora.
Robinho está preso desde 21 de março de 2024.


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