Testamento de estilista internacional famoso surpreende com instruções; veja quais

14 de Setembro 2025 - 07h40
Créditos: Reprodução

Após a morte do estilista Giorgio Armani, o futuro da grife italiana foi revelado nesta sexta-feira (12) em dois testamentos: um sobre a empresa e outro sobre os espólios do designer.

Avaliada em 2,3 bilhões de euros (R$ 12,6 bilhões) em 2024, a marca será controlada pela Armani Foundation, criada em 2016. A gestão ficará a cargo de Pantaleo dell’Orco — companheiro de Armani e chefe de design masculino — e dos sobrinhos Silvana Armani e Andrea Camerana.

A fundação terá 10% das ações e 30% dos direitos de voto.

Dell’Orco ficará com 40% dos votos.

Cada sobrinho terá 15% dos votos.

A irmã Rosanna Armani e a sobrinha Roberta Armani receberam espólios, mas sem direito a voto.

Futuro da empresa

Segundo a imprensa italiana, o testamento determina:

Venda de 15% da grife para grupos de luxo em até 18 meses;

Em até 5 anos, a venda pode chegar a 30% a 54,9%;

Os grupos indicados como compradores ideais são LVMH, L’Oréal ou Essilor Luxottica.

Caso não haja negociação, a Armani deverá abrir capital em bolsa de valores, em Milão ou em outro mercado similar. Nesse cenário, a Fundação Armani deverá manter 30,1% das ações.