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Após a morte do estilista Giorgio Armani, o futuro da grife italiana foi revelado nesta sexta-feira (12) em dois testamentos: um sobre a empresa e outro sobre os espólios do designer.
Avaliada em 2,3 bilhões de euros (R$ 12,6 bilhões) em 2024, a marca será controlada pela Armani Foundation, criada em 2016. A gestão ficará a cargo de Pantaleo dell’Orco — companheiro de Armani e chefe de design masculino — e dos sobrinhos Silvana Armani e Andrea Camerana.
A fundação terá 10% das ações e 30% dos direitos de voto.
Dell’Orco ficará com 40% dos votos.
Cada sobrinho terá 15% dos votos.
A irmã Rosanna Armani e a sobrinha Roberta Armani receberam espólios, mas sem direito a voto.
Futuro da empresa
Segundo a imprensa italiana, o testamento determina:
Venda de 15% da grife para grupos de luxo em até 18 meses;
Em até 5 anos, a venda pode chegar a 30% a 54,9%;
Os grupos indicados como compradores ideais são LVMH, L’Oréal ou Essilor Luxottica.
Caso não haja negociação, a Armani deverá abrir capital em bolsa de valores, em Milão ou em outro mercado similar. Nesse cenário, a Fundação Armani deverá manter 30,1% das ações.


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