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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) descartou a hipótese de que um carregador de celular tenha causado o incêndio que matou cinco pessoas e deixou 11 feridas no Instituto Terapêutico Liberte-se, clínica de reabilitação para dependentes químicos no Paranoá.
A suspeita havia sido levantada pelo delegado-chefe da 6ª Delegacia de Polícia, Bruno Carvalho, mas foi afastada com o avanço das investigações. A perícia ainda apura a origem do fogo.
Além das mortes, o caso agora é investigado sob suspeita de cárcere privado. O delegado confirmou que, no momento do incêndio, a casa estava trancada com cadeado e tinha grades nas janelas. Em depoimento, o proprietário Douglas Costa Ramos, de 33 anos, disse que as medidas eram para garantir a segurança dos internos e evitar furtos.
As vítimas fatais foram identificadas como:
Daniel Antunes Miranda, 28 anos
Darley Fernandes de Carvalho, 26 anos
João Pedro Costa dos Santos Morais, 26 anos
José Augusto Rosa Neres, 39 anos
Lindemberg N


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