Créditos: Pablo Giovanni/Metrópoles
As urnas eletrônicas que serão submetidas ao teste de integridade foram ligadas na tarde deste sábado (3/10), na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A sala onde a auditoria será realizada também foi lacrada. O procedimento ocorrerá neste domingo (4/10), durante a votação.
Para verificar se as urnas registram corretamente os votos, equipamentos reais são selecionados e retirados dos locais de votação. Enquanto os eleitores votam normalmente, essas urnas recebem votos registrados em cédulas de papel previamente preenchidas, com participação de partidos políticos e entidades fiscalizadoras. Todo o processo é filmado e auditado, e os votos usados na simulação não entram na apuração oficial.
Segundo o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Júlio Valente, os testes de integridade, realizados desde 2002 no primeiro e no segundo turno, nunca registraram divergência entre os votos digitados e os resultados impressos.
Zerésima
Mais cedo, o TSE emitiu a zerésima, relatório que confirmou que não havia votos registrados no banco de dados para presidente e vice-presidente antes do início da votação.
O tribunal também verificou se os sistemas instalados eram os mesmos fiscalizados e assinados digitalmente antes das eleições. Segundo o TSE, não foram encontradas irregularidades.
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, acompanhou a cerimônia, que também teve a participação de representantes da Organização dos Estados Americanos (OEA), da União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) e do Parlamento do Mercosul.
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