Créditos: Divulgação / Missão
Após o episódio da filiação fraudulenta de Flávio Bolsonaro (PL) ao Missão, na quinta-feira (13/8), o presidenciável da própria sigla, Renan Santos, teve seu nome usado em uma tentativa de filiação sem autorização ao PCdoB.
Segundo Renan, por volta das 2h30 da sexta-feira (14/8), integrantes de sua campanha receberam, no e-mail institucional, um aviso de que o nome do candidato havia sido inserido em um processo de filiação ao partido comunista.
Para concluir a filiação, Renan Santos teria de acessar um link fornecido no e-mail para confirmar o processo. Dessa forma, o sistema do PCdoB enviaria o processo de filiação do presidenciável ao sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Entretanto, após a repercussão do episódio envolvendo Flávio Bolsonaro, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, determinou, na noite da quinta-feira, a retirada do sistema “Filia” do ar, impedindo eventuais trocas de partido.
Além de Flávio e Renan, o presidente Lula também teve seu nome envolvido em uma tentativa de fraude de troca partidária. Tentaram filiar o petista ao Missão e ao Democracia Cristã, o que foi impedido antes de chegar ao TSE, como noticiou o jornal O Globo.
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