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A inadimplência voltou a subir em agosto e atingiu 29,9% das famílias brasileiras. Já a parcela que declara não ter condições de pagar as dívidas em atraso chegou a 12,5%. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta quinta-feira (10) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Segundo a CNC, os números mostram menor controle das famílias sobre as contas, mesmo com prazos maiores para pagamento.
A piora foi puxada pela população de menor renda. As famílias que recebem até três salários mínimos foram as únicas a registrar aumento das dívidas em atraso, com avanço de 0,3 ponto percentual, chegando a 38,8%.
De acordo com a entidade, esse grupo tem orçamento mais restrito e depende mais do crédito para manter o consumo, o que aumenta o impacto sobre a capacidade de pagamento.
Com informações do InfoMoney


