Nenhum deputado do RN está entre os 100 parlamentares mais influentes do Congresso

23 de Junho 2026 - 09h08
Créditos: Lula Marques/Agência Brasil

O Rio Grande do Norte não tem deputado ou deputada federal entre os 100 mais influentes do congresso, conforme levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) que identifica os parlamentares com maior capacidade de influência no processo decisório do Poder Legislativo federal.

:: Confira o levantamento completo aqui;

O DIAP divulgou a edição 2026 dos “Cabeças do Congresso Nacional”, estudo que identifica os parlamentares que mais se destacam pela capacidade de influenciar o processo decisório no âmbito do Poder Legislativo federal. Na lista de 100 nomes, apenas o senador Rogério Marinho (PL-RN) aparece como representante do Rio Grande do Norte.

A bancada federal do estado hoje é composta, na Câmara Federal, por Carla Dickson (PL), João Maia (PP), Robinson Faria (PP), Natália Bonavides (PT), Fernando Mineiro (PT), Sargento Gonçalves (PL), General Girão (PL) e Benes Leocádio (União Brasil). No Senado Federal, além de Rogério Marinho (PL), integram a representação potiguar Styvenson Valentim (Podemos) e Zenaide Maia (PSD)

Na região Nordeste, apenas o Rio Grande do Norte e Sergipe possuem apenas um representante na lista. O Piauí aparece com dois, Alagoas com quatro, Maranhão com cinco nomes, Bahia, Ceará e Paraíba com seis e Pernambuco com nove. 

Levantamento

A edição reúne 100 parlamentares, sendo 69 deputados federais e 31 senadores. O estudo também registra a presença de 20 novos integrantes na elite parlamentar, refletindo a renovação e a ascensão de lideranças com crescente protagonismo no cenário político nacional.

O DIAP considera como critérios para a escolha dos parlamentares a capacidade de liderança, formulação de propostas, articulação política, influência sobre decisões e habilidade de transformar ideias em ações dentro do Legislativo.

A pesquisa inclui apenas os parlamentares que estavam no efetivo exercício do mandato no período de avaliação, que considera o desempenho parlamentar desde a posse, com prazo de avaliação até o mês de junho de 2026. Assim, quem esteve licenciado para assumir cargos fora do Parlamento este período, mesmo influente, não faz parte da publicação.

Com informações de Blog do Bruno Araújo