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Sem alarde, a Polícia Federal fez buscas, no fim do ano passado, em endereços obtidos a partir da perícia nos telefones celulares dos advogados que se apresentaram para defender Adélio Bispo de Oliveira (foto), o homem que esfaqueou Jair Bolsonaro na campanha presidencial de 2018, diz a Crusoé.
“Os celulares, que haviam sido apreendidos nos meses seguintes ao atentado, passaram um longo período intocados, até que em novembro a Justiça liberou a análise dos dados armazenados – até então, a OAB alegava que a perícia colocaria em xeque informações resguardadas pelo sigilo profissional a que têm direito os advogados. Detalhes sobre os endereços visitados pelos agentes na ação realizada com base no laudo são mantidos em segredo absoluto.”
Fonte: O Antagonista.
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