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A Polícia Federal identificou Marcos Roberto de Almeida, o Tuta, um dos chefes do PCC, por meio de cruzamento de dados biométricos de 45 milhões de pessoas. Tuta foi localizado na Bolívia com documentos falsos e estava foragido desde 2020, com nome na lista de Difusão Vermelha da Interpol.
A prisão foi possível graças à coleta de digitais e material biológico, além da cooperação internacional. O governo brasileiro optou pela expulsão e não extradição, processo mais rápido e eficaz, segundo o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski.
A operação envolveu articulação do Itamaraty, com apoio direto do presidente Lula, e foi considerada uma vitória contra o crime organizado.

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