Créditos: Luiz Silveira/STF
O plenário virtual do STF (Supremo Tribunal Federal) vai analisar a decisão do ministro André Mendonça de ordenar que a presidência do Congresso Nacional prorrogue as atividades da CPMI do INSS.
Em sua decisão, Mendonça entendeu ser inconstitucional o que chamou de “omissão deliberada” da Mesa Diretora e da Presidência do Congresso em deixar de receber e de promover a leitura da prorrogação dos trabalhos da comissão.
O ministro atendeu a um pedido feito pela presidência da CPMI, cujas atividades estão previstas para serem concluídas no dia 28 de março. Alcolumbre e a Mesa Diretora do Congresso têm agora 48 horas para ler o requerimento que pede a prorrogação da comissão.
"Que a prorrogação da CPMI observe o prazo que a minoria parlamentar de 1/3 entender ser necessário para ultimar as investigações", determinou Mendonça. O prazo não poderá ultrapassar o período da legislatura em que for criada a comissão.
Caso não haja leitura dentro das 48 horas determinadas por Mendonça, a CPMI estará imediatamente autorizada pelo ministro a prorrogar seu funcionamento.
Mendonça sustenta que não se trata de "indevida invasão das competências do Congresso Nacional", mas "autêntica e republicana" função de fazer valer a vontade do Legislativo, prevista na Constituição de promover investigações na República.
Com informações de CNN


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