Créditos: Waldemir Barreto/Agência Senado
Em uma recente postagem no X (antigo Twitter), o senador Rogério Marinho (PL-RN) expressou sua perplexidade e descontentamento com a decisão do Ministro Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou a suspeição do Ministro Alexandre de Moraes em investigar o vazamento das mensagens conhecidas como "Lava-Toga".
As mensagens, que estão em posse do jornalista Glenn Greenwald, levantaram questões sobre possíveis irregularidades e pressões dentro do próprio STF. Marinho, em sua declaração, não poupou críticas ao que ele chamou de "corporativismo" entre os ministros do STF. "Fiquei perplexo com o corporativismo entre os ministros do STF e a decisão de Barroso 'enterra' o pouco que ainda resta da credibilidade da corte," escreveu o senador.
A decisão de Barroso, segundo Marinho, é "no mínimo criativa e lamentável". A crítica do senador reflete uma preocupação crescente entre setores da sociedade e da política brasileira sobre a autonomia e a imparcialidade do STF, especialmente em casos que envolvem seus próprios membros.
O corporativismo e a necessidade de auto proteção,estão corroendo o que ainda resta da credibilidade do STF, o argumento do ministro Barroso para negar o claro conflito de interesse do ministro Alexandre é no mínimo … criativo. Lamentável… pic.twitter.com/rtYVo5Js4A
— Rogério Marinho🇧🇷 (@rogeriosmarinho) August 28, 2024
A decisão de Barroso, ao negar a suspeição de Moraes, foi interpretada por Marinho e outros críticos como um sinal de que o STF pode estar mais preocupado em proteger seus membros do que em garantir transparência e justiça.
Com informações de Diário do Brasil Notícias

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