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O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais na noite desta sexta-feira (29/05) para dizer que não cogita indicar o nome do procurador-geral da República, Augusto Aras ao Supremo Tribunal Federal.
“Todos sabem que durante o mandato para o qual eu fui eleito, que vai até 2022, estão previstas apenas duas vagas para o Supremo Tribunal Federal. Conforme afirmei em minha “live”, e com todo o respeito que tenho pelo Senhor Procurador-Geral da República, Augusto Aras, eu não cogito indicar o seu nome para essas vagas”, escreveu.
Aras é quem decidirá se denuncia o presidente no inquérito que apura se houve interferência de Bolsonaro na Polícia Federal, conforme acusação do ex-ministro, Sergio Moro. Também ontem, procurador-geral se manifestou no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a apreensão do aparelho telefônico do presidente.
Ontem (28), o chefe do Executivo já havia dito em live que não pretendia indicar o procurador-geral da República, Augusto Aras, para uma das duas vagas que se abrirão no Supremo Tribunal Federal (STF) em breve. Mas não descartou a ideia, caso houvesse uma terceira cadeira.
“Se aparecer uma terceira vaga – espero que ninguém ali desapareça – mas o Augusto Aras entra forte para essa vaga aí”, disse. No entanto, revelou que o ministro da Justiça, André Mendonça, é um dos cotados para a Corte. Para as duas vagas que serão abertas com as aposentadorias dos ministros Celso de Mello, em novembro, e Marco Aurélio Mello, em julho do ano que vem, o presidente disse analisar três nomes e que, para uma das cadeiras, será indicado um evangélico.
Com informações do Correio Braziliense
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