Créditos: Divulgação Ministério da Justiça
O governador do Rio, Cláudio Castro pediu a transferência imediata de dez líderes do Comando Vermelho (CV) para presídios federais de segurança máxima — e Mossoró está na mira. O pedido vem depois da megaoperação no complexo de favelas da Penha e do Alemão, que deixou 119 mortos, incluindo quatro policiais, a mais letal da história do Rio.
A autorização partiu do vice-presidente Geraldo Alckmin, que respondia pelo Planalto durante viagem de Lula. A decisão tem um objetivo claro: quebrar a comunicação entre os chefes do CV. Relatórios de inteligência mostram que, mesmo presos em Bangu, eles continuavam dando ordens para o tráfico e atentados.
Entre os nomes estão Waguinho de Cabo Frio, Da Marinha, Irmão Metralha e Naldinho, integrantes da chamada “Comissão”, a cúpula nacional da facção. Castro disse que “política de segurança se faz com integração”, mas deixou claro: bandido perigoso tem que ser isolado sem regalia.
O sistema federal conta com cinco presídios de segurança máxima — Mossoró (RN), Brasília (DF), Porto Velho (RO), Campo Grande (MS) e Catanduvas (PR). É o mesmo modelo que mantém líderes como Marcola (PCC) e Fernandinho Beira-Mar (CV) longe do comando das ruas. A chegada dos criminosos ao RN reforçaria Mossoró como muralha contra o crime organizado no país.
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