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A revista britânica The Economist questionou se Lula ainda tem uma “última carta na manga” para reverter a vantagem de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial. Em reportagem publicada na quarta-feira (21), a publicação destacou os obstáculos enfrentados pelo petista a três dias do segundo turno. Com informações do Poder 360.
Flávio terminou o primeiro turno com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. A revista ressaltou que, desde a redemocratização, nenhum candidato que ficou em segundo lugar na primeira votação conseguiu vencer o segundo turno.
A reportagem também apontou uma série de medidas anunciadas por Lula na reta final, incluindo transporte público gratuito nos fins de semana, renegociação de dívidas e mudanças na jornada de trabalho. Apesar de reconhecer possíveis efeitos eleitorais dessas iniciativas, a publicação destacou que as pesquisas anteriores ao primeiro turno não captaram a vantagem que Flávio conquistaria nas urnas.
Segundo a Economist, a consultoria francesa Le Millénaire estima em 82% a probabilidade de vitória do senador do PL, reforçando o cenário desafiador para a tentativa de reeleição de Lula.


