Com a realização da COP 26, evento internacional que debateu os rumos do desenvolvimento sustentável no mundo, a equipe do projeto MAIS RN acompanhou os debates ocorridos e lançou o Caderno Desenvolvimento Sustentável.

O primeiro volume do “Caderno MAIS RN do Desenvolvimento Sustentável” traz o contexto do debate internacional atual sobre o desenvolvimento ecologicamente centrado, tendo em vista a realização da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26). A publicação foi redigida por Suellen Torres, trainee responsável pela área de dados estatísticos e energias do MAIS RN.

A obra traz uma linha do tempo com análises dos resultados da COP26 e o que isso representa para o setor industrial. Além disso, mostra como o programa do Sistema FIERN está alinhado ao evento com as orientações do manifesto Global Wind Energy para COP26. O MAIS RN é um Núcleo de Planejamento Estratégico, realizado pela FIERN, pelo qual desenvolve plataformas digitais para análise de diversos setores da economia do Rio Grande do Norte.

O gerente do MAIS RN, Pedro Albuquerque, observa que o evento realizado em Glasgow, na Escócia, serviu para mostrar o que tem a ver com a indústria e o Rio Grande do Norte.
“Para nós, é muito importante o tema, pois dos assuntos em pauta as energias renováveis estiveram presentes e nós, aqui, na FIERN estamos diretamente ligados, seja pelo ISI/CTGAS através de pesquisas, atração de investimentos e empresas e treinamentos na área; seja pelo MAIS RN acompanhando e divulgando os avanços nos indicadores de geração”, explicou

Entre os temas destacados estão aquecimento global, emissão de carbono e combustíveis fósseis. “Mostrar como isso impacta diretamente no setor industrial, que usa esse tipo de combustível além de falar como a indústria limpa vem surgindo”, disse.

Segundo o gerente do MAIS RN, uma nova cadeia produtiva está nascendo no setor industrial e com metas globais para redução de poluentes.

Nesse contexto, Pedro Albuquerque destaca ainda que o Rio Grande do Norte é referência na geração de energia eólica. “O MAIS RN tem feito um acompanhamento disso e o Rio Grande do Norte tem o maior potencial de energia limpa”, disse.

Ele lembrou ainda que durante a COP26, esperava-se que os países considerados mais poluentes – Estados Unidos, Índia e China – fizessem políticas mais rigorosas de encerrar fontes de energia fóssil. E que geração de hidrogênio verde, que é produzido sem o uso de combustível fóssil, foi uma das áreas enfatizadas durante o evento. “O Chile tem um plano nacional de geração de hidrogênio verde. E em nível de Nordeste brasileiro, o ISI/CTGAS e a Federação das Indústrias do Ceará já têm estudos a esse respeito”, concluiu.

Para conferir o primeiro volume do Caderno MAIS RN do Desenvolvimento Sustentável, clique aqui e acesse