Créditos: Divulgação/GoFundMe/Christina Condon
Uma menina inglesa foi submetida a cinco meses de quimioterapia após receber um diagnóstico errado aos cinco anos de idade. Anos depois, exames revelaram que ela nunca teve a doença autoimune suspeita, mas sim uma condição genética rara e sem cura.
Segundo a mãe, Christina Condon, ela percebeu que a filha, Faye, tinha dificuldades para correr, pular e caminhar, mas os médicos mantiveram o diagnóstico de dermatomiosite juvenil e iniciaram o tratamento com quimioterapia e injeções domiciliares.
Inconformada, Christina buscou uma segunda opinião médica. Após novos encaminhamentos, Faye recebeu o diagnóstico correto: distrofia muscular de Emery-Dreifuss (EDMD), doença genética que provoca fraqueza muscular progressiva, rigidez nas articulações e pode causar problemas cardíacos.
Sem tratamento curativo, a doença passou a ser acompanhada apenas com medidas para aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida da adolescente.
A mãe afirma que, se o diagnóstico correto tivesse sido feito anos antes, a família poderia ter aproveitado melhor o período em que Faye ainda conseguia andar. Christina também abriu uma campanha de arrecadação para ajudar nos custos do tratamento e apresentou uma queixa formal contra o hospital responsável pelo diagnóstico inicial.


