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O Ministério Público de São Paulo afirmou que Deolane Bezerra seria a principal integrante do núcleo financeiro do PCC, segundo documento apresentado à Justiça na quinta-feira (20).
De acordo com o Gaeco, a influenciadora teria atuado na ocultação e dissimulação de valores de origem ilícita, usando contas pessoais e de empresas ligadas a ela, além da conversão dos recursos em bens de alto valor.
O documento divide a organização investigada em três núcleos: decisório, ligado a Marcola e ao irmão; operacional, formado por outros dois investigados; e financeiro, que incluiria Deolane e um sobrinho de Marcola.
Deolane foi presa em maio, durante a Operação Vérnix, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC. Segundo as investigações, ela teria recebido dezenas de transferências consideradas suspeitas, que somariam cerca de R$ 700 mil.
A Justiça também determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 27 milhões em contas vinculadas à influenciadora e a apreensão de 39 veículos de luxo avaliados em mais de R$ 8 milhões.

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