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A toxina botulínica, por anos associada ao rejuvenescimento entre celebridades, vem perdendo espaço para tratamentos que priorizam naturalidade e qualidade da pele. Cada vez mais famosas têm declarado que evitam o botox ou procedimentos considerados excessivos, optando por alternativas com resultados mais progressivos.
A apresentadora Xuxa Meneghel já afirmou publicamente que não pretende usar toxina botulínica, defendendo a manutenção das expressões naturais. A atriz Camila Pitanga também declarou nunca ter feito aplicações e diz preferir tratamentos voltados à saúde da pele.
Outros nomes chamaram atenção ao rever intervenções estéticas, como Courteney Cox, Gkay, Gabi Martins, Lucas Lucco, Eliezer e Scheila Carvalho. Já Meryl Streep, Robin Wright e Nicole Kidman declararam reduzir ou evitar injeções, defendendo um envelhecimento mais autêntico.
Especialistas apontam que a tendência reflete uma compreensão mais ampla sobre o envelhecimento. Segundo profissionais da área, a toxina botulínica age no músculo para suavizar linhas de expressão, enquanto bioestimuladores de colágeno estimulam a produção natural de colágeno e elastina, promovendo firmeza e melhora gradual da textura da pele.
Dermatologistas destacam que a partir dos 30 anos há queda natural na produção de colágeno, tornando comum a busca por tratamentos preventivos e personalizados. A avaliação individual e o respeito às características de cada paciente são considerados fundamentais para resultados equilibrados.
A mudança de discurso entre celebridades e médicos aponta para uma nova estética: menos rigidez e mais identidade, com foco na saúde da pele e no envelhecimento consciente.


