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Sob a fachada de uma “clínica de massoterapia” em uma movimentada quadra da Asa Norte, funciona um esquema de prostituição disfarçado de serviço terapêutico. O local anuncia “ambiente reservado”, “toalhas higienizadas” e “atendimento profissional”, mas oferece programas sexuais com valores definidos e atendimento sigiloso.
Os clientes são orientados a usar uma entrada lateral durante o dia e, à noite, acessar o prédio pelos fundos, reforçando o caráter discreto do negócio. Ao entrar, o ambiente revela o verdadeiro serviço: uma sala pequena, com ar-condicionado e uma gerente que apresenta o “pacote completo” — R$ 250 pela “massagem e relax final”, divididos entre a suposta terapia e um “aditivo especial”.
As mulheres são apresentadas como “terapeutas”, mas vestem trajes sensuais e oferecem serviços que ultrapassam a proposta de bem-estar. Na visita feita pela reportagem, três delas estavam disponíveis para atendimento. Após a abordagem, a equipe deixou o local sem realizar o procedimento.

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